segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Participe da Campanha pela liberdade dos presos políticos da Colômbia : YO TE NOMBRO LIBERTAD



YO TE NOMBRO LIBERTAD
Por el pajaro enjaulado
Por el pez en la pecera
Por mi amigo que esta preso
Por que ha dicho lo que piensa
Te nombro en nombre de todos, por tu nombre verdadero
Te nombro cuando oscurece, cuando nadie me ve:
escribo tu nombre en las paredes de mi ciudad.
Tu nombre verdadero, Tu nombre y otros nombres
Que no nombro por temor.

(Fragmentos do poema de Isabel Aldunate)

São 9.500 presos e presas políticas da Colômbia submetidos às condições degradantes e desumanas  das prisões, acrescidas de castigos adicionais por serem prisioneiros políticos, perseguidos por suas posições e vítimas de grupos paramilitares que se formam dentro das prisões,  vítimas das violações dos direitos humanos do Estado, que não garante minimamente  a saúde desses prisioneiros.  A maioria deles são militantes dos movimentos sociais, políticos e dos direitos humanos do país, 90% são civis, presos de consciência, companheiros e companheiras camponeses, sindicalistas, indígenas, estudantes, acadêmicos/as, artistas, jornalistas, defensores/as de direitos humanos, entre outros...
Apesar dos diálogos de paz em curso, a criminalização da luta continua, com mais prisões e desaparecimentos forçados.


A luta social não é um crime, é um passo para liberdade!

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Sionistas ateam fogo na casa de uma família palestina e matam um bebê queimado vivo! Uma monstruosidade sem limites!



 Por Maristela R. Santos Pinheiro

Ontem (30/07), colonos judeus assassinaram o bebê palestino Ali Dawabsha, que morreu queimado vivo, após  atearem fogo em casas palestinas, que querem se apropriar. A família do bebê está gravemente ferida, inclusive seu irmão de quatro anos. Sua mãe, Riham Dawabsheh sofreu queimaduras em 90% do corpo e o pai, Sr. Saad Mohammed  está com 80% do corpo queimado. Estão todos correndo risco de vida.
Nas  paredes de fora da casa, os colonos sionistas escreveram  em hebraico "VINGANÇA"  e” VIDA LONGA AO MESSIAS”, e pintaram  a estrela de Davi, símbolo do judaísmo.. Essa monstruosidade aconteceu em Nablus, na localidade de Duma. 

A Autoridade Nacional Palestina (ANP) declarou que levará o caso à Corte Penal Internacional e exigirá as responsabilidades do Estado de Israel nos acontecimentos.
O Hamas convocou os palestinos a irem para as ruas, nesta sexta feira e protestarem contra mais  essa barbaridade do Estado sionista.

Este não é um caso isolado, houve no último período uma intensificação das atividades fascistas contra o povo palestino por parte do Estado sionista.  A internet está cheia de filmes postados pelos palestinos,  que revoltam pela covardia e requinte de maldade do exército de Israel contra mulheres, jovens, crianças e homens.
Esta semana o líder da FPLP  juntamente com seus companheiros de cela foram atacados e covardemente surrados pelo exército, dentro da prisão israelita  de Nafha.
Na semana passada, um grupo de judeus tentou entrar na Mesquita Al-Aqsa, provocando confrontos, causando prisões, espancamentos e humilhações aos jovens palestinos que resistiram.
  
O processo de colonização e limpeza étnica da palestina  é uma estratégica em que  o Estado  utiliza duas táticas diferentes e complementares: a primeira é quando as instituições do Estado definem que uma área deve ser desapropriada, normalmente elaboram uma "história" fantástica e mentirosa, para provar que o bairro milenar é ilegal e, portanto dever ser demolido, em seu lugar é construída uma colônia sionista. A segunda tática é a ação dos próprios colonos que visam afastar os moradores palestinos de suas casas históricas.  Nesta tarefa, vale tudo: rapto de crianças na volta da escola, atirar para dentro das casas palestinas, provocar incêndios e uma infinidade de maldades para afugentar as pessoas de suas casas. Neste caso, as casas são ocupadas pelos sionistas que são estimulados pelo Estado de Israel a irem para a Palestina ocupada colonizar o território.

O caso da família incendiada e o bebe queimado vivo será mais um exemplo desta ocupação militar assassina, como foi o jovem palestino queimado vivo, também por colonos sionistas, a cerca de um ano.
O Estado de Israel já mostrou para o mundo o seu significado, sua natureza e seus objetivos. Um Estado fascista que está levando o terror assassino que pratica contra o povo palestino, desde 1948, ano da ocupação sionista, a todo o mundo árabe. Sua aliança com o ISIS ou DAESH  é a prova disso. O povo árabe da Palestina, do Iraque, da Síria está sentindo na própria pele  o significado da dominação imperialista/sionista  de seu território.

E muito importante, neste momento, a tarefa da solidariedade internacionalistas. Nesse sentido, conclamamos a todos os internacionalistas  e apoiadores da causa árabe a denunciar e se manifestar contra as atrocidades do Estado de Israel.






quinta-feira, 30 de julho de 2015

Ahmad Saadat dirigente da Frente Pela Libertação Palestina atacado por soldados sionistas na prissão de Nafha



O Secretário Geral da FPLP  Ahmad Sa'adat,  prisionero político de Israel, foi atacado e ferido por guardas da prissão de Nafha, na manhã do dia 28 de julho .  Sa'adat  encontrava-se entre os trinta prisioneiros políticos palestinos feridos pelo violento ataque dos guardas, após a invasão violenta das celas, forçando a saída dos detentos e confiscando e registrando seus pertences. 

Houve resistência dos prisioneiros políticos palestinos que atearam fogo no interior das celas. Outros presos de outras localidades declararam que não permanecerão em silêncio presenciando os violentos golpes  contra seus companheiros e dirigente.

Os ataques aos prisioneiros de Nafha tiveram início em 27 de julho. Neste mesmo dia, cancelaram as visitas dos familiares dos prisioneiros de Gaza. A Frente Popular para Libertação da Palestina emitiu um comunicado chamando a solidariedade internacionalista e convocando protestos na Palestina ocupada.

O Secretário Geral preso desde janeiro de 2002 é um símbolo da resistência palestina, mesmo da prisão não desiste de lutar contra a ocupação e o projeto sionista  para a Palestina ocupada. O ataque aos prisioneiros políticos palestinos é parte de uma política mais global em curso contra o povo palestino.


A FPLP falou  da responsabilidade nacional  de promover um programa de apoio a luta dos prisioneiros políticos palestinos em fóruns regionais e internacionais, combinando todas as formas de luta para pressionar o inimigo sionista pela liberdade de todos. para isso, insiste, é fundamental a apresentação urgente do documento sobre os prisioneiros políticos ao Tribunal Penal Internacional. E enfatizou a importância da militância internacionalista neste momento  na defesa dos direitos humanitários dos detentos e para deter os crimes sistemáticos e cotidianos dentro dos cárceres israelenses.

As Brigadas Abu Ali Mustafa, braço armado da Frente,  denunciaram que  os funcionários  "fascistas da prisão de Nafha espancaram e torturaram nossos prisioneiros corajosos e o camarada  Secretário Geral  Ahmad Sa'adat, em um ataque frenético que durou dois dias."





http://pflp.ps/

terça-feira, 28 de julho de 2015

O longo braço da Otan



“Violência repugnante”: foi assim que o secretário geral da Otan, Jens Stoltenberg, definiu o ataque terrorista na Tunísia. Apaga com uma esponja o fato de que a reação em cadeia, de que a tragédia da Tunísia é um dos efeitos, foi posta em movimento pela estratégia dos Estados Unidos e da Otan.
Um documento desarquivado pelo Pentágono, datado de 2012, confirma que o chamado Estado Islâmico do Iraque e do Levante (Isis, na sigla em inglês), cujos primeiros núcleos foram usados pela Otan para demolir o Estado líbio, se formaram na Síria recrutando sobretudo militantes salafitas sunitas. Financiados pela Arábia Saudita e outras monarquias, esses núcleos foram abastecidos com armas através de uma rede da CIA. O objetivo: “estabelecer um principado salafita na Síria oriental”, para atuar contra os xiitas, e a partir daí desencadear a ofensiva no Iraque, no momento em que o governo do xiita Al-Maliki se afastava de Washington, aproximando-se de Pequim e Moscou.
Confirmações posteriores vêm de documentos sauditas, revelados por Wikileaks: esses demonstram que, ao menos desde 2012, a Arábia Saudita alimenta a guerra secreta na Síria, em concertação com a Turquia. Portanto, com a Otan, que elogia sua parceria com a Arábia Saudita e as outras monarquias do Golfo porque “fornecem de maneira cada vez mais eficiente segurança, inclusive para além da sua região”. Isto ficou bem demonstrado pela guerra contra o Iêmen, onde a Arábia Saudita, apoiada militarmente pelos Estados Unidos, comete todo dia massacres de civis bem piores do que ocorreu na Tunísia, reivindicado pelo Isis, documentados por uma mostra fotográfica aberta na capital iemenita. Ignorados, porém, pela grande mídia que, focalizando a atenção nos turistas inocentes assassinados numa praia tunisina, exploram este crime para demonstrar que o Ocidente está sob ataque e deve assim defender-se.
Com tempestividade tão perfeita quanto suspeita, os ministros da Defesa da Otan, reunidos em Bruxelles dois dias antes da chacina na Tunísia, decidiram potenciar a “Força de resposta” da Aliança, elevando-a a 40 mil homens (dos 13 mil previstos inicialmente), e intensificar a sua preparação para que esteja pronta a ser lançada nas áreas de crises.
Com tal finalidade, os ministros da Defesa decidiram “acelerar os procedimentos decisórios políticos e militares, incluindo a autoridade do comandante supremo aliado na Europa de preparar as tropas para a ação”. A aceleração dos procedimentos decisórios confere ao comandante supremo aliado na Europa – sempre um general estadunidense nomeado pelo presidente – o poder de decidir e atuar numa intervenção militar com uma tempestividade tal a ponto de desautorizar de fato os parlamentos europeus (o italiano agradece a propósito à ministra Pinotti que participou na cúpula de Bruxelas).
A Otan é assim relançada em grande estilo, com a profunda satisfação de Washington. Isto foi exteriorizado, no mesmo dia do massacre na Tunísia, pelo secretário estadunidense da Defesa, Ash Carter: “Há um ano, a Otan se perguntava que coisa tinha feito depois do Afeganistão. Este ano descobrimos não somente uma, mas duas coisas a enfrentar: o Isis e a Rússia de Putin”.
No mesmo dia da chacina na Tunísia, o secretário geral da Otan, Stoltenberg, participando no Conselho da Europa, sublinha que “nove em cada dez cidadãos da União Europeia vivem em países da Otan” e que as duas organizações “compartilham os mesmos valores e o mesmo ambiente de segurança”. Anuncia então que a Otan deu “passos decisivos para reforçar a defesa coletiva”. Em cujo nome a Europa é usada como terreno de grandes manobras militares, com a participação, somente em junho, de 11mil soldados de 22 países, e como ponte de lançamento da “Força de resposta”. Sempre, naturalmente, sob o comando dos Estados Unidos.
Manlio Dinucci
Disponível em: http://www.globalresearch.ca/o-longo-braco-da-otan/5459732

ISIL (DAESH) está na Ucrânia: “Agentes do Caos” dos EUA soltos na Eurásia



Estará o chamado Islamic State in Iraque and Síria, ISIS [Estado Islâmico no Iraque e na Síria]/Islamic State in Iraque and the Levant, ISIL [Estado Islâmico no Iraque e no Levante]/Estado Islâmico (EI)/Al-Dawlah Al-Islamiyah fe Al-Iraque wa Al-Sham(DAISH/DAESH) ativo na Ucrânia pós-Maidan? Não há resposta exata, vale dizer: a resposta é “sim” e “não”.
Mais uma vez, o que é esse ISIS/ISIL/EI/DAISH/DAESH? É um bando não coeso nem homogêneo de várias milícias costuradas juntas, frouxamente, exatamente como a Al-Qaeda que o precedeu. Incluídos nessa rede há grupos do Cáucaso, que lutaram na Síria e no Iraque. Agora estão na Ucrânia, usando essa etapa como trampolim para a Europa.
Os Agentes do Caos e a Guerra pela Eurásia 
Os conflitos na Ucrânia, Síria, Iraque, Líbia e Iêmen são, todos, diferentes frentes numa só guerra multidimensional que os EUA e seus aliados fazem contra toda aquela parte do mundo. Essa guerra multidimensional visa a cercar a Eurásia. China, Irã e Rússia são os principais alvos diretos.
Os EUA também mantêm uma sequência de operações mediante as quais planeja tomar esses países. O Irã é o primeiro, depois a Rússia, com a China como última parte desse conjunto eurasiano compreendido nessa “Tripla Entente Eurasiana”. Não é coincidência que os conflitos na Ucrânia, Síria, Iraque, Líbia e Iêmen aconteçam bem próximos das fronteiras de Irã e Rússia, porque Teerã e Moscou são os alvos de curto prazo de Washington.
Nessa mesma linha da natureza interconectada dos conflitos em Ucrânia, Síria, Iraque, Líbia e Iêmen, há também uma conexão entre as forças violentas, racistas, xenofóbicas e sectárias que foram liberadas como “agentes do caos”. Não é coincidência que a revista Newsweek tenha publicado, dia 10/9/2014, a seguinte manchete: “Voluntários nacionalistas ucranianos cometem crimes de guerra de ‘estilo-ISIS’”. [1]
Saibam disso ou não, essas forças desviantes – sejam as ultranacionalistas milícias do Setor Direita na Ucrânia, ou os degoladores da Frente Al-Nusra e oISIS/ISIL/EI/DAISH/DAESH na Síria e no Iraque, todos servem ao mesmo patrão. Esses agentes do caos estão disparando diferentes ondas de caos para impedir a integração da Eurásia e o crescimento de uma nova ordem mundial livre da ditadura dos EUA.
Esse “caos ‘construtivo’” que está sendo disparado na Eurásia acabará por alcançar também a Índia. Se New Delhi pensa que será deixada em paz, está tolamente errada. Os mesmos agentes do caos lá chegarão, como praga. A índia também está na alça de mira dos EUA, como China, Irã e Rússia.
Estranhas alianças: o ISIL/DAESH e os ultranacionalistas na Ucrânia?
Não deve surpreender ninguém que os diferentes agentes do caos estejam alinhados. Servem ao mesmo patrão e têm os mesmos inimigos, um dos quais é a Federação Russa.
Nesse contexto é que Marcin Mamon escreveu sobre a conexãoISIS/ISIL/EI/DAISH/DAESH na Ucrânia.Em sua reportagem, explica até que alguns dos combatentes vindos do Cáucaso sentem que têm uma dívida com ucranianos da extrema direita como Oleksandr Muzychko. [2]
Mamon é cineasta documentarista polonês, que produziu vários documentários sobre a Chechênia, dentre eles The Smell of Paradise com Mariusz Pilis em 2005, para a BBC. É declaradamente simpático à causa dos chechenos separatistas contra a Rússia no Norte do Cáucaso.
As viagens de Mamon ao Afeganistão e sua interação com os combatentes chechenos resultaram em que o documentarista polonês também teve contatos com o ISIS/ISIL/EI/DAISH/DAESH dentro da Síria e da Turquia. E esses contatos, sem que o documentarista esperasse, acabaram por levá-lo por nova trilha, até a Ucrânia.
“Naquele momento, eu nem sabia com quem me encontraria. Só conhecia aquele Khalid, meu contato na Turquia com o Estado Islâmico [ISIS/ISIL/EI/DAISH/DAESH], que me dissera que seus ‘irmãos’ estavam na Ucrânia e que eu podia confiar neles” – Mamon escreve sobre seu encontro, numa “rua esburacada em Kiev, a leste do Rio Dnieper, numa área conhecida como Margem Esquerda”. [3] Num artigo anterior, Mamon explica que esses ditos “‘irmãos’ eram membros do ISIS e de outras organizações”, que “estão em todos os continentes, e em praticamente todos os países, e agora estão também na Ucrânia”. [4] Explica ainda que “”Khalid, que usa pseudônimo, lidera o braço clandestino do Estado Islâmico em Istanbul. Veio da Síria para ajudar a controlar o fluxo de voluntários que chegavam à Turquia, vindos de todo o mundo, querendo unir-se à jihad global. Naquele momento, ele queria pôr-me em contato com Ruslan, um ‘irmão’ que lutava com os muçulmanos na Ucrânia”. [5]
Ultranacionalistas ucranianos como Muzychko também logo viraram ‘irmãos’ e foram aceitos nessa rede. Mamon explica que os combatentes chechenos aceitaram Muzychko, “apesar de ele jamais se ter convertido ao Islã” e que “Muzychko, com outros voluntários ucranianos, uniu-se aos combatentes chechenos e lutou na primeira guerra chechena contra a Rússia”, na qual “comandaram um grupo de voluntários ucranianos chamado ‘Viking’, que combateu sob o comando do famoso líder militante checheno Shamil Basayev”. [6]
Por que o ISIL prepara batalhões privados na Ucrânia?
O que significa que separatistas chechenos e a rede transnacional dos chamados ‘irmãos’ ligados ao ISIS/ISIL/EI/DAISH/DAESH estejam sendo recrutados ou usados nas fileiras de milícias privadas que estão sendo usadas por oligarcas ucranianos? É pergunta muito importante. E é onde se pode ver claramente como todos esses elementos são agentes do caos.
Marcin Mamon viajou à Ucrânia para encontrar o combatente checheno Isa Munayev. O currículo de Munayev é apresentado como segue: “Mesmo antes de chegar à Ucrânia, Munayev já era bem conhecido. Combateu contra forças russas nas duas guerras chechenas; na segunda, comandou a guerra em Grozny. Depois que a capital chechena foi tomada por forças russas, entre 1999 e 2000, Munayev e seus homens refugiaram-se nas montanhas. Combateram ali até 2005, quando Munayev for gravemente ferido e viajou para a Europa para ser tratado. Munayev viveu na Dinamarca até 2014. Então irrompeu a guerra na Ucrânia, e ele decidiu que era hora de voltar a combater outra vez contra os russos”. [7]
A passagem acima é importante, porque ilustra o modo como EUA e União Europeia (UE) apoiaram militantes em luta contra a Rússia. Nos EUA e na UE, o refúgio que a Dinamarca deu a Isa Munayev nunca foi contestado; mas o apoio que supostamente Moscou estaria dando aos soldados da República Popular de Donetsk e da República Popular de Lugansk é tratado como se fosse crime. Por que as duas medidas? Por que EUA, UE e OTAN apoiam movimentos independentistas e milícias armadas em outras partes do mundo, mas reprovam e proíbem que outros países façam o mesmo?
“Um homem mais velho, numa jaqueta de couro, apresentou-me a Munayev. ‘Nosso bom irmão Khalid recomendou esse homem’, disse ele. (Khalid é hoje um dos líderes mais importantes do Estado Islâmico. Khalid e Munayev conheciam-se dos anos em que lutaram juntos na Chechênia” – explica Marcin Mamon sobre as conexões entre os separatistas chechenos e ISIS/ISIL/EI/DAISH/DAESH. [8]
Munayev viera para a Ucrânia para estabelecer “um dos que se desdobrariam em várias dúzias de batalhões privados que brotaram para lutar ao lado do governo ucraniano, operando separados dos militares”. [9] A milícia de Munayev recebeu o nome de Batalhão Dzhokhar Dudayev, em homenagem ao presidente checheno separatista.
NOTAS
1 Damien Sharkov, “Ukrainian Nationalist Volunteers Committing ‘ISIS-Style’ War Crimes”, Newsweek, 10/9/2014.
2 Marcin Mamon, “In Midst of War, Uckraine Becomes Gateway for Jihad”, Intercept, 26/2/2015.
3 Marcin Mamon, “Isa Munayev’s War: The Final Days of a Chechen Commander Fighting in Uckraine”, Intercept, 27/2/2015.
4-6 Marcin Mamon, “In Midst of War”, op. cit.
7-9 Marcin Mamon, “Isa Munayev’s War”, op. cit.
Tradução: Vila Vudu, 4/5/2015.
Disponível em:http://www.globalresearch.ca/

JERUSALÉM

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O Partido SYRIZA trai a luta do povo palestino e faz alianças militares com os sioniostas


"Até hoje, Israel só assinou um acordo similar com os EUA”

 

 

Sem volta: assinatura de acordo entre Ministros da Defesa de Israel e Grécia

Resumen Latinoamericano, 21 de julho de 2015. 

Segundo informa o jornal israelense “The Jerusalem Post”, o acordo foi assinado no domingo passado
No domingo passado, Israel e Grécia assinaram um acordo em Tel Aviv que oferece defesa legal às respectivas forças militares durante o treinamento no país do outro.


O ministro da Defesa grego Panos Kammenos visitou seu homólogo israelense Moshe Yaalon no Ministério da Defesa, onde o acordo foi assinado. Até hoje, Israel só assinou um acordo similar com os EUA.
Durante sua reunião, Kammenos e Yaalon discutiram os contínuos laços bilaterais de defesa e a última situação regional.

“Agradecemos muito sua visita aqui durante um período difícil para a Grécia. Isto coloca em evidência a importância das relações entre os países”, disse Yaalon. “Desejamos ao povo grego e à própria Grécia sucesso em seu esforço para superar o problema econômico. Oramos porque acreditamos que a Grécia é um país muito importante, com uma história e uma contribuição à história da humanidade”.

Yaalon rendeu homenagens à formação conjunta entre o exército israelense e o exército grego na Grécia. Além disso, acrescentou que ambos os países possuem interesses comuns e estão lidando com o impacto do acordo entre as potências mundiais e o Irã acerca de seu programa nuclear.

“Percebemos o Irã como um gerador e catalisador fundamental para a insegurança regional através de seu apoio aos elementos terroristas no Oriente Médio, o terrorismo em particular xiita, mas não apenas xiita. E, é claro, a ambição do Irã pela hegemonia regional leva o regime de Teerã a minar a estabilidade dos outros países, o que cria um desafio para todos nós”, disse Yaalon.

O terrorismo global “também está se desenvolvendo em nossa zona e está influenciando na situação de segurança na Europa. Hoje se dirige contra alguém, mas amanhã te alcança”, acrescentou.

Kammenos disse que o “povo grego está muito próximo do povo de Israel” e acrescentou que as relações bilaterais militares são boas, reafirmando que ambos os países seguirão construindo alianças através da capacitação conjunta. O terrorismo e a jihad, disse, não se dão apenas no Oriente Médio. Também estão presentes nos Bálcãs e na Europa.

A Grécia está dentro do alcance dos mísseis iranianos, complementou. “Se um míssil iraniano faz seu caminho para o Mediterrâneo, este poderia ser o fim dos estados nesta região”, disse o ministro da Defesa grego.

Fonte: http://www.resumenlatinoamericano.org/2015/07/21/sin-retorno-firma-de-acuerdo-entre-ministros-de-defensa-de-israel-y-grecia/
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)