sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Campanha pelo fim do contrato do Comitê Olímpico RIO 2016 com a empresa sionista ISDS - PELO FIM DO CONTRATO QUE NOS ENVERGONHA!

CAMPANHA NACIONAL PELO FIM DO CONTRATO QUE NOS ENVERGONHA! 

ENVIE A ASSINATURA DE SUA ENTIDADE PARA O E-MAIL ABAIXO! 

PARTICIPE!

stopISDS@yahoo.com.br 


Caros  amigos , simpatizantes  e  militantes internacionalistas 
O Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro, em parceria com a ONG Stop the Wall,  recolhem assinaturas para o lançamento de uma Campanha conjunta pelo fim do contrato com a empresa israelense ISDS , contratada pelo Comitê Olímpico RIO 2016.
Abaixo segue o documento (abaixo assinado) para colher as assinaturas .

O contrato com esta empresa, fundada pelos militares da Mossad nos envergonha e fere nossa dignidade!

O sionismo transformou a Palestina em um laboratório a céu aberto, onde testa seus instrumentos de guerra e tortura contra o povo palestino que luta contra a ocupação, o racismo e pela Palestina Livre.  Desta forma, assassina, prende e tortura crianças, jovens, homens e mulheres indiscriminadamente. Sendo esta uma vitrine dantesca e medonha para venda de seus produtos. Vende a morte, o sofrimento, a tortura para alegria dos carrascos dos povos que lutam.

Isso não é novidade, não é novo. Empresas de segurança israelenses já prestaram (e ainda prestam) enormes desserviços aos Direitos Humanos em todos os cantos do mundo, desde o Mundo Árabe, passando pela África   até chegar aqui , em nossa América Latina.

Não podemos deixar a escolha de tal empresa no barato! Em nome de nossa dignidade, de nosso espírito de luta e do compromisso que temos com a solidariedade internacionalista com a Palestina, e com todos os povos que lutam, vamos dar início a esta Campanha com um abaixo assinado onde as Organizações políticas, sociais e sindicais manifestem seu repúdio ao Comitê Olimpico RIO 2014 pela empresa escolhida.

PELO FIM DO CONTRATO QUE NOS ENVERGONHA!

 OBS: SOLIDARIEDADE EM AÇÃO – TODOS JUNTOS - Por favor, ajude a recolher as assinaturas das entidades representativas. Esse é um abaixo assinado para organizações.  E viva a solidariedade internacionalista entre os povos!
Abaixo segue o documento (abaixo assinado) para colher as assinaturas
Abrimos um e-mail especial e específico para essa ação de solidariedade:
Envie a assinatura de sua entidade para
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PELO FIM DO CONTRATO QUE NOS ENVERGONHA!
EMPRESA SIONISTA ISDS ASSUME SEGURANÇA DA RIO 2016 !
A israelense ISDS -- ligada ao “terrorismo seletivo” na Palestina e em toda América Latina -- vai coordenar a “segurança” da Rio2016.
A situação na Palestina está cada dia mais dramática. Os crimes israelenses de ocupação, limpeza étnica e apartheid continuam. Depois do massacre no qual Israel matou mais de 2200 palestinos, Gaza permanece completamente cercada. No resto da Palestina, Israel intensifica a construção dos assentamentos, roubando mais terras, prendendo e torturando crianças e jovens e expulsando a população. O Muro do Apartheid encerra a população palestina da Cisjordânia em guetos cada vez mais herméticos. A política de genocídio e limpeza étnica conta com elevado apoio da sociedade civil israelense.
A solidariedade com o povo palestino é mais urgente que nunca! Em 2005 a sociedade civil palestina iniciou o movimento global de boicote, desinvestimento e sanções (BDS) contra Israel, e pelo embargo militar em particular, como forma eficaz e concreta de apoio à causa Palestina e à causa dos direitos humanos.
Com esse espírito, vimos a público denunciar a decisão do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 de contratar a empresa militar israelense ISDS como empresa “integradora” responsável pela coordenação de toda a segurança (com um gasto total de 2,2 bilhões de dólares), pelo treinamento de policiais brasileiros e pelo fornecimento de equipamentos. Além disso, a ISDS vai receber espaço publicitário no valor de 20 milhões de reais. 
A ISDS é, ao mesmo tempo, um símbolo dos crimes contra o povo palestino e contra os povos latino-americanos. 
A ISDS nasce das experiências desenvolvidas por Israel na repressão e no massacre do povo palestino, exportando essas técnicas, metodologias e tecnologias em particular para a América Latina. De acordo com documentação existente, a empresa esteve envolvida com as ditaduras e golpes em Honduras, Guatemala, El Salvador e com o treinamento dos “Contras” na Nicarágua. Na Guatemala, oferecereu abertamente aulas de “terror seletivo” na época do genocídio. Em Honduras, treinou os quadros da ditadura nos anos 80 e forneceu as armas que foram usadas no ataque à embaixada brasileira onde o presidente Zelaya estava refugiado. 
O contrato com a ISDS não é somente uma violação a Campanha Mundial do BDS em defesa da população Palestina. Contratar esta empresa, vinculada a violação dos Direitos Humanos na Palestina e na América Latina, é uma afronta às lutas desses povos pela soberania. Além disso, fortalece a política e a estratégia central dos EUA e de Israel de limitar a soberania dos povos afim de manter a dominação política, econômica e militar, de instaurar e apoiar ditaduras cruéis e de criar instabilidade. O único lugar que a ISDS pode ocupar na América Latina é no banco dos réus. 
Na defesa dos direitos do povo palestino, por uma Palestina livre e, em memória e em solidariedade às lutas populares de toda América Latina e em nome da nossa dignidade as organizações que assinam este documento fazem um apelo ao Comitê dos Jogos Olímpicos – RIO 2016 que cancele imediatamente o contrato com a empresa militar israelense ISDS. 
PELO CANCELAMENTO IMEDIATO DO CONTRATO COM A ISRAELENSE ISDS !

  • Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro
  • Campanha contra o Muro do Apartheid - Stop the Wall
  • FEPAL Federação Árabe Palestino-Brasileira
  • Frente em Defesa do Povo Palestino
  • Coordenadora dos Movimentos Sociais (CMS)
  • PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
  • Movimento Mulheres em Luta
  • Anel - Assembleia Nacional dos Estudantes Livre
  • CSP-Conlutas - Central Sindical e Popular
  • Quilombo Raça e Classe
  • Espaço Cultural Mané Garrincha
  • Instituto Astrojildo Pereira, (associação politica cultural)
  • Comitê Brasileiro de Defesa dos Direitos do Povo Palestino
  • Comitê Pró-Haiti
  • Movimento de Mulheres Camponesas
  •  Unidade Classista
  • UJC - União da Juventude Comunista 
  • PCB
  •  Movimento Palestino-brasileiro pela Paz no Oriente Médio


     

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

CAMPANHA NACIONAL PELO FIM DO CONTRATO QUE NOS ENVERGONHA! ENVIE A ASSINATURA DE SUA ENTIDADE! PARTICIPE!


Caros  amigos , simpatizantes  e  militantes internacionalistas 
O Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro, em parceria com a ONG Stop the Wall,  recolhem assinaturas para o lançamento de uma Campanha conjunta pelo fim do contrato com a empresa israelense ISDS , contratada pelo Comitê Olímpico RIO 2016.
Abaixo segue o documento (abaixo assinado) para colher as assinaturas .

O contrato com esta empresa, fundada pelos militares da Mossad nos envergonha e fere nossa dignidade!

O sionismo transformou a Palestina em um laboratório a céu aberto, onde testa seus instrumentos de guerra e tortura contra o povo palestino que luta contra a ocupação, o racismo e pela Palestina Livre.  Desta forma, assassina, prende e tortura crianças, jovens, homens e mulheres indiscriminadamente. Sendo esta uma vitrine dantesca e medonha para venda de seus produtos. Vende a morte, o sofrimento, a tortura para alegria dos carrascos dos povos que lutam.

Isso não é novidade, não é novo. Empresas de segurança israelenses já prestaram (e ainda prestam) enormes desserviços aos Direitos Humanos em todos os cantos do mundo, desde o Mundo Árabe, passando pela África   até chegar aqui , em nossa América Latina.

Não podemos deixar a escolha de tal empresa no barato! Em nome de nossa dignidade, de nosso espírito de luta e do compromisso que temos com a solidariedade internacionalista com a Palestina, e com todos os povos que lutam, vamos dar início a esta Campanha com um abaixo assinado onde as Organizações políticas, sociais e sindicais manifestem seu repúdio ao Comitê Olimpico RIO 2014 pela empresa escolhida.

PELO FIM DO CONTRATO QUE NOS ENVERGONHA!

 OBS: SOLIDARIEDADE EM AÇÃO – TODOS JUNTOS - Por favor, ajude a recolher as assinaturas das entidades representativas. Esse é um abaixo assinado para organizações. Esperamos poder juntar as assinaturas até o dia 10 de dezembro, quando iremos entrega-la. E viva a solidariedade internacionalista entre os povos!
Abaixo segue o documento (abaixo assinado) para colher as assinaturas
Abrimos um e-mail especial e específico para essa ação de solidariedade:
Envie a assinatura de sua entidade para

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PELO FIM DO CONTRATO QUE NOS ENVERGONHA!

EMPRESA SIONISTA ISDS ASSUME SEGURANÇA DA RIO 2016 !
A israelense ISDS -- ligada ao “terrorismo seletivo” na Palestina e em toda América Latina -- vai coordenar a “segurança” da Rio2016.
A situação na Palestina está cada dia mais dramática. Os crimes israelenses de ocupação, limpeza étnica e apartheid continuam. Depois do massacre no qual Israel matou mais de 2200 palestinos, Gaza permanece completamente cercada. No resto da Palestina, Israel intensifica a construção dos assentamentos, roubando mais terras, prendendo e torturando crianças e jovens e expulsando a população. O Muro do Apartheid encerra a população palestina da Cisjordânia em guetos cada vez mais herméticos. A política de genocídio e limpeza étnica conta com elevado apoio da sociedade civil israelense.
A solidariedade com o povo palestino é mais urgente que nunca! Em 2005 a sociedade civil palestina iniciou o movimento global de boicote, desinvestimento e sanções (BDS) contra Israel, e pelo embargo militar em particular, como forma eficaz e concreta de apoio à causa Palestina e à causa dos direitos humanos.
Com esse espírito, vimos a público denunciar a decisão do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 de contratar a empresa militar israelense ISDS como empresa “integradora” responsável pela coordenação de toda a segurança (com um gasto total de 2,2 bilhões de dólares), pelo treinamento de policiais brasileiros e pelo fornecimento de equipamentos. Além disso, a ISDS vai receber espaço publicitário no valor de 20 milhões de reais. 
A ISDS é, ao mesmo tempo, um símbolo dos crimes contra o povo palestino e contra os povos latino-americanos. 
A ISDS nasce das experiências desenvolvidas por Israel na repressão e no massacre do povo palestino, exportando essas técnicas, metodologias e tecnologias em particular para a América Latina. De acordo com documentação existente, a empresa esteve envolvida com as ditaduras e golpes em Honduras, Guatemala, El Salvador e com o treinamento dos “Contras” na Nicarágua. Na Guatemala, oferecereu abertamente aulas de “terror seletivo” na época do genocídio. Em Honduras, treinou os quadros da ditadura nos anos 80 e forneceu as armas que foram usadas no ataque à embaixada brasileira onde o presidente Zelaya estava refugiado. 
O contrato com a ISDS não é somente uma violação a Campanha Mundial do BDS em defesa da população Palestina. Contratar esta empresa, vinculada a violação dos Direitos Humanos na Palestina e na América Latina, é uma afronta às lutas desses povos pela soberania. Além disso, fortalece a política e a estratégia central dos EUA e de Israel de limitar a soberania dos povos afim de manter a dominação política, econômica e militar, de instaurar e apoiar ditaduras cruéis e de criar instabilidade. O único lugar que a ISDS pode ocupar na América Latina é no banco dos réus. 
Na defesa dos direitos do povo palestino, por uma Palestina livre e, em memória e em solidariedade às lutas populares de toda América Latina e em nome da nossa dignidade as organizações que assinam este documento fazem um apelo ao Comitê dos Jogos Olímpicos – RIO 2016 que cancele imediatamente o contrato com a empresa militar israelense ISDS. 
PELO CANCELAMENTO IMEDIATO DO CONTRATO COM A ISRAELENSE ISDS !

1 - Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

COMITÊ ORGANIZADOR DOS JOGOS OLÍMPICOS DA RIO 2016 FECHA CONTRATO COM EMPRESA ISRAELENSE ENVOLVIDA COM OS CRIMES DA OCUPAÇÃO SIONISTA NA PALESTINA E COM DITADURAS E OS GOLPES MILITARES NA AMÉRICA LATINA



Campanha Palestina contra o Muro do Apartheid - Stop the Wall
Email: global@stopthewall.org -  Twitter: stopthewall

Fora ISDS!
ISDS - Símbolo dos crimes contra o povo palestino e os povos latino-americanos
A Rio2016 e a ISDS
No dia 22 de outubro o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016  anunciou a escolha da empresa israelense ISDS como empresa “integradora” da segurança dos Jogos Olímpicos. A mídia informa que o contrato prevê:
        como “integradora” de todo o sistema de segurança (gastos totais de 2,2 bilhões de dólares), a ISDS vai criar os planos de “segurança” e monitoramento que serão implementados em toda a cidade durante os Jogos (talvez depois). A ISDS vai treinar o pessoal de “segurança” e fornecer equipamentos de controle como escaners e outros. 
        a logomarca da ISDS vai ocupar um espaço publicitário durante a Rio2016 no valor de 20 milhões de reais.
        O vice-presidente da ISDS Ron Shafran explica que a ISDS vai oferecer soluções a problemas de “inteligência”, “controle de multidão”, segurança de grandes espaços etc.
O vice-presidente da ISDS Ron Shafran também comenta que "já contamos com equipes que atam no Brasil, e que atuaram extraoficialmente (sic!) aí durante a Copa do Mundo no verão passado”.

Empresa-líder de crimes contra a humanidade
Missão e serviços

Fundada no 1982, a ISDS se orgulha do fato de ter sido fundada por ex-agentes do Mossad. O fundador e diretor até hoje é Leo Gleser, um ex-coronel das forças armadas israelenses. Diz-se que entre as pessoas com as quais a ISDS trabalhou no passado estão figuras como Gerard Lachtanian, um traficante de armas armênio envolvido,  entre outros,  no golpe em Honduras em 1984; Yehuda Leitner e Emile Sa'ada,  ex-membros do exército israelense, que muitos dizem ter desempenhado um papel no caso Irã-Contras. Zelaya, o presidente de Honduras, informa que as armas utilizadas pelos golpistas, fornecidas pela ISDS, foram entregues por empresas de Yehuda Leitner.

Numa carta de apresentação para os militares da Guatemala de 30 de abril de 1985, Sammy Sapyr, então diretor do escritório guatemalteco da ISDS, descreveu que os serviços da empresa incluem: treinamento antiterrorismo, formação de "esquadrões" antiterrorismo, vigilância eletrônica e coleta de informações, bem como a venda de armas como helicópteros e aviões. Ele ofereceu também um curso de "terrorismo seletivo" sob a rubrica geral "a formação dos militares." Além disso, a ISDS especializou-se em interrogatórios e supervisão de prisioneiros na América Latina; no contexto das ditaduras a ISDS atuou, isso significa tortura e detenção ilegal.

A empresa está vinculada ao Estado de Israel e faz parte do sistema de intervenção militar israelense. Yossi Melman explica o funcionamento desse sistema num artigo escrito para o jornal israelense Haaretz: "O Ministério da Defesa, o Ministério das Relações Exteriores ou o Mossad recebem um pedido para fornecer consultoria de segurança ou para treinar as forças militares e de segurança para o governante de um país, geralmente um tirano. Como as autoridades não podem ou não vão ajudar o presidente diretamente, veem o seu pedido tão importante para promover a segurança e os interesses políticos, pedem a uma empresa privada prestar os serviços solicitados”.

E, de acordo com Carl Fehlandt, um ex-vendedor de armas da ISDS na Guatemala entre 1982 e 1986, “o governo israelense controla a ISDS e quem dá as cartas é o Ministro da Defesa".

Operações e experiências na América Latina
Segundo relatos da mídia, somente na América Latina a ISDS esteve envolvida pelo menos no apoio das seguintes ditaduras e dos seguintes golpes:
        Honduras:
            Entre 1981 e 1984, a ISDS formou em Honduras tanto aa guarda pessoal do presidente Roberto Suazo Córdova como os homens do general Gustavo Álvarez Martínez, chefe das Forças Armadas e promotor da guerra suja contra a esquerda hondurenha. Gleser, da ISDS, contratou os ex-membros do IDF (exército de Israel) Yehuda Leitner e Emile Sa’ada para ajudar a treinar os membros de notório Batalhão 316 de Gustavo Alvarez Martinez, esquadrão da morte privado do general.
            A ISDS é acusada de estar envolvida no desaparecimento de 191 pessoas durante o golpe contra o presidente Zelaya. Além disso, a ISDS é acusada de ter fornecido as armas a Yehuda Leitner que depois foram utilizadas contra a embaixada brasileira.

        El Salvador: Autorizada pelo governo israelense, a ISDS teria fornecido instrutores e vendido material militar ao governo de El Salvador para formar unidades especiais contra a guerrilha de esquerda.

        Guatemala: Além da carta de apresentação da ISDS aos militares guatemaltecos reproduzida na mídia, o mesmo general Rios Montt declarou a um repórter da rede de televisão ABC que o golpe que o levou ao poder tinha sido tão bem-sucedido "porque muitos dos nossos soldados foram treinados pelos israelenses."

        Nicarágua: O geral hondurenho Walter López Reyes informou que os homens da ISDS treinaram os Contras nicaraguenses na base de Tamara, perto de Tegucigalpa.

        Venezuela: A ISDS forneceu serviços de segurança a empresas de petróleo venezuelanas pouco tempo antes do golpe fracassado de 2002 contra o presidente Hugo Chávez.

        Brasil: A ISDS foi acusada de ter fornecido armas a Yehuda Leitner que foram utilizadas contra a embaixada do Brasil em Honduras, onde se refugiou o presidente Zelaya. Com uma tecnologia nova, as armas provocaram diarreia, vômitos, hemorragias nasais e problemas gastrointestinais. A ISDS também está fornecendo serviços de “segurança” à Petrobrás e a Itaipu.
Os jornalistas Peru Egurbide e Ferran Sales afirmam que a ISDS também atuou também no México, no Pere e no Equador, neste último pais durante o governo de León Febres Cordero.
Considerando para quem trabalhou, o fato de Leo Gleser dizer que “Nunca rompi a lei”, vale muito pouco.

Fontes:
As informações foram extraídas das seguintes páginas web: