quarta-feira, 23 de julho de 2014

Norman Finkelstein rechaça a chantagem emocional de uma sionista

Militante judia anti-sionista condena Estado de Israel: DO RIO AO MAR A PALESTINA SERÁ LIVRE!

SOLIDARIEDADE ATIVA: AJUDE A COLHER ASSINATURA PARA O MANIFESTO

MANIFESTO

PELO FIM DOS  ASSASSINATOS BÁRBAROS DA POPULAÇÃO  PALESTINA   NA FAIXA DE GAZA;
QUE O GOVERNO DILMA ROMPA RELAÇÕES COMERCIAIS, DIPLOMÁTICAS E
MILITARES COM ISRAEL

Apesar do engajamento dos povos de vários países na luta para deter o massacre que Israel está implementando contra os palestinos na faixa de Gaza, um genocídio, um bárbaro crime de guerra  sem interrupção desde o dia 08 de julho, a maioria dos governos  silenciam de uma forma covarde. Salvo algumas  declarações protocolares condenando de igual maneira a violência  de um dos maiores exércitos do mundo contra a população e  sua débil  resistência,  nenhuma medida eficaz foi tomada para impedir o  HOLOCAUSTO DOS PALESTINOS. Apenas os governos da Venezuela, Equador, Bolívia, Chile, Síria  e Cuba tomaram medidas  mais consequentes  como forma de condenação a este massacre, rompendo relações diplomáticas e comerciais com Israel.



O GOVERNO BRASILEIRO DEVE  IMPOR IMEDIATAMENTE  UM EMBARGO MILITAR INTEGRAL A ISRAEL, até que se cesse o massacre, prorrogando-o até que Israel cumpra as reivindicações fundamentais dos palestinos: fim imediato da ocupação militar e colonização de terras  palestinas a derrubada do muro do apartheid;  reconhecimento dos direitos dos cidadãos palestinos à autodeterminação, à soberania e à igualdade;  o respeito, proteção e promoção do direito de retorno dos refugiados palestinos às suas terras e propriedades, das quais vêm sendo expulsos desde 1948, quando foi criado unilateralmente o Estado de Israel, até os dias atuais.

O TLC (Tratado de Livre Comércio) MERCOSUL  inclui a venda em território brasileiro de produtos e serviços feitos em assentamentos israelenses ilegais na Cisjordânia, bem como de tecnologias de defesa e segurança, as quais têm sido usadas nos ataques contra os civis palestinos. O tratado, portanto, transforma o Brasil em porta de entrada da indústria armamentista de Israel na América Latina. A tecnologia de defesa tem sido um dos focos dos negócios bilaterais entre os governos de Israel e do Brasil.

Segundo a  organização Stop the Wall  “Esses laços militares põem em questão o compromisso do governo brasileiro em apoiar os direitos humanos, a paz e a criação de um Estado palestino e parecem contradizer as atuais alianças brasileiras e interesses na região. É preocupante que o Brasil entregue o dinheiro dos impostos dos seus cidadãos às empresas de armamento israelenses. O Brasil não pode conciliar a cumplicidade com as graves violações da lei internacional por parte de Israel  com as aspirações a potência mundial emergente, defensora do respeito à lei internacional e aos direitos humanos.”

Diante do exposto, nós, abaixo assinados , cidadãos e cidadãs, trabalhadores e estudantes brasileiros;  e representantes de entidades da sociedade civil deste país exigimos que o governo brasileiro e suas instituições, bem como empresas públicas e privadas nacionais e/ou instaladas neste País, imponham embargo militar e econômico a Israel,  a saber:

1) RUPTURA UNILATERAL DO ACORDO DE LIVRE COMÉRCIO DO ESTADO DE ISRAEL COM O TLC MERCOSUL;

2) IMEDIATA RETIRADA DO  POSTO DAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS EM ISRAEL;

3) CANCELAMENTO  DE  TODOS OS CONTRATOS DAS FORÇAS ARMADAS COM AS FORÇAS ARMADAS E EMPRESAS ISRAELENSES, QUE TOTALIZAM R$ 6 BILHÕES;

 4) EXCLUSÃO DAS  EMPRESAS ISRAELENSES DE PARTICIPAREM DE QUAISQUER CONCORRÊNCIAS PÚBLICAS;

5) QUE SEJA PROIBIDA  A INSTALAÇÃO DE EMPRESAS ISRAELENSES EM TERRITÓRIO NACIONAL OU MESMO A AQUISIÇÃO DE EMPRESAS NACIONAIS POR CAPITAIS ISRAELENSES;


Assinam:





Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro

Alicerce Educação
ANEL
Anita Leocadia Prestes - professora da UFRJ
Blog marxismo21
Centro acadêmico de serviço social José Paulo Netto/UFRJ 
Centro Cultural Antonio Carvalho – CeCAC
Coletivo classista feminista Ana Montenegro - AP
Csp conlutas 
Diretório central dos estudantes/unioeste
Fernando Ponte - Memorial Catarinense dos Direitos Humanos
FIST – Frente Internacionlista dos Sem Teto
GTNM – Grupo Tortura Nunca Mais RJ
Instituto Caio Prado Jr. (ICP)
Ivana Jinkings – editora boitempo
José Claudinei Lombardi -  Coordenador Executivo do grupo  HISTEDBR/Unicamp
José Reinaldo Carvalho-  jornalista, editor do Portal Vermelho.
Lincoln Penna - Historiador e presidente do MODECON
Milton Temer - Jornalista e membro da Executiva Estadual do PSOL
Movimento dos Pequenos Agricultores 
Movimento Luta Popular
Movimento Mulheres em Luta 
Movimento Palestino Brasileiro de Paz no Oriente Médio
Movimento Palestino Brasileiro pela Paz no Oriente Médio
MUDI - Movimento de moradores e usuários em defesa do iaserj/sus.
Nereide Saviani – membro da Direção Nacional do PCdoB
NIEP-MARX/UFF
Organização Comunista Arma da Crítica - OCAC
Pacs - Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul
Partido Comunista Brasileiro - PCB
PSTU
Quilombo raça e classe 
Rede Jubileu Sul Brasil
Revista Novos Temas
Sociedade Ortodoxa São Nicolau
União da Juventude Comunista - UJC
Unidade Classista 
Valter Pomar - Historiador e  membro da Direção Nacional do PT
Wladimir Pomar - Dirigente do PT